Perfil Porfirinas Urinárias – Poluição Ambiental – Marcador Biológico de Efeitos Tóxicos de Metais Inorgânicos

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Marcadores biológicos de efeitos tóxicos

A Porfirina avaliada na urina serve como marcador biológico de efeitos tóxicos no caminho biossintético do heme. O heme é essencial para o funcionamento apropriado de muitas proteínas para o transporte de oxigênio, produção de energia e desintoxicação.
Padrões de elevações específicas de porfirina na urina podem servir como marcadores funcionais para toxinas específicas, incluindo metais tóxicos, como o mercúrio.
O Perfil de Efeitos Tóxicos de Porfirina avalia sete porfirinas, porfirinas totais e duas relações (proporções) para ajudar a diferenciar metais pesados no paciente.
Elevações de espécies individuais de porfirina podem ter inúmeras causas, incluindo hereditariedade e contato ambiental. Exposição crônica a metais tóxicos, incluindo chumbo, mercúrio, arsênico, alumínio e cádmio, freqüentemente resulta na acumulação em órgãos específicos comprometendo a função fisiológica alvo do órgão. Metais pesados prejudicam muitos aspectos do metabolismo, enquanto a exposição crônica a elementos químicos, como pesticidas, pode causar efeitos danosos à bioquímica do corpo e adversamente afeta a função celular.

Por que avaliar porfirinas?
Porfirinas são particularmente convenientes como biomarcadores por duas razões:

Primeira – o caminho é altamente ativo, portanto qualquer transtorno tende a causar rápida e relativamente grande acúmulos de intermediários.

Segunda – as enzimas no trajeto de produção da porfirina são extensamente distribuídas pelos tecidos humanos e algumas delas são altamente sensíveis à presença de várias toxinas.

Analises:
– diferenciação de toxidade de metais pesados.
– dano bioquímico causado por exposição a substâncias tóxicas.
– efeito do mercúrio em pacientes com amálgamas dentárias.
– pacientes antes e durante a terapia de quelação.
– a toxicidade de drogas terapêuticas.

Toxicidade pode ser um componente de:
– sensibilidade química múltipla.
– distúrbios de aprendizado e comportamental.
– disfunções de imunidade.
– fadiga crônica.
– distúrbios neurológicos e mental/emocional.

Outras causas e condições relacionadas à porfirina incluem:
– Distúrbios genéticos
– Hiperbilirrubinemias hereditárias
– Torisinemia hereditária
– Síndrome do Bebê Bronze
– Protoporfiria Eritropoiética

Distúrbios Metabólicos
-Diabetes Mellitus
-Infarto do Miocárdio
-Doenças Hematológicas
-Distúrbio do Metabolismo do Ferro

Doenças
-Doenças Infecciosas
-Doença do Fígado
-Malignancias

Outras Condições
-Gravidez
-Jejum de carboidratos

Conheça mais sobre porfirinas em “URINARY PORPHIRIN PROFILING”, anexo de “Avaliações Laboratoriais em Medicina Funcional e Integrativa” (Laboratory Evoluations in Funcional and Integrative Medicine), por RS Lord e J.A.Bralley.

Nome do exame
0060-Perfil Porfirina

Descrição
O Perfil Porfirina avalia os biomarcadores de toxicidade.
Padrões de elevação específica de porfirina na urina podem servir como marcadores funcionais de toxicidade de metais pesados, como mercúrio, chumbo, arsênico ou outra substância química orgânica.
O Perfil Porfirina avalia sete porfirinas, porfirinas totais e três relações para te ajudar a diferenciar toxicidade de metais pesados, assim como monitorar a terapia no paciente.

Método
LC/MS-MS

Tempo de resposta
10-14 dias

São Analisados

  • Analitos
  • Uroporfirina I e III
  • heptacarboxiporfirina
  • hexacarboxiporfinina
  • pentacarboxiporfirina
  • Precoproporfirina
  • Coproporfirina I
  • Coproporfirina II
  • Porfirinas Totais
  • Relação Pre/Uro I e III
  • Relação Copro I e III
* 84120 x7 – Porphyrin, qualitative * 82570 – Creatinine
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